06/10/2011

Projetos do Instituto de Inovação e Sustentabilidade



O Instituto de Inovação e Sustentabilidade tem desenvolvido um conjunto de ações e atividades que vêm sendo empreendidas desde de 2008, com destaque às seguintes:

- realização das palestras ''Cultura de Inovação e Sustentabilidade'',

- operacionalização do projeto Casa com PET, e

- operacionalização da incubadora Núcleo de Incubação Virtual de Organizações - NIVO.

A seguir apresenta-se a caracterização de cada um desses subprojetos voltados à criação de uma cultura de inovação e sustentabilidade.

As palestras ''Cultura de Inovação e Sustentabilidade'' já atingiram um público total de 5000 pessoas. Foram 8 palestras em 2009, 34 em 2010 e 12 palestras em 2011 até o mês de outubro de 2011. Está sendo estabelecida parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e SEBRAE/RN para ampliar a realização das palestras no RN.

O projeto Casa com PET possui parceria com as prefeituras de Caiçara do Rio dos Ventos, Bom Jesus e Angicos. Possui parceria também com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) que tem interesse em implantar iniciativas do projeto Casa com PET nos campus de Mossoró, Pau dos Ferros e Carnaubais (RN). O projeto consiste na aplicação das garrafas PET a processos construtivos de habitação populares.

A incubadora Núcleo de Incubação Virtual de Organizações - NIVO trata-se de uma incubadora virtual voltada ao fomento do empreendedorismo. O Núcleo de Incubação Virtual de Organizações (NIVO) é uma incubadora de empresas na modalidade virtual funcionando na Executiva Virtual na rua Ipanguaçu, 1123, Tirol, Natal (RN). Trata-se da primeira incubadora privada em funcionamento no estado do Rio Grande do Norte. Funcionando na modalidade virtual apóia o surgimento e consolidação de novos negócios atuantes em várias regiões e segmentos no RN.
A iniciativa adota como diferencial o uso de uma infraestrutura já existente da organização parceira Executiva Virtual. A partir dessa cooperação a incubadora oferta serviços de escritório virtual com endereço de caixa postal para as empresas, salas de reunião e realização de atividades presenciais, atendimento telefônico e de fax e de secretária.
Ao longo do ano de 2010 a apresentação do Núcleo de Incubação Virtual de Organizações (NIVO) em mais de 30 palestras atraiu o interesse de algumas empresas que têm recebido apoio da iniciativa.
            O NIVO é mantido pelo Instituto de Inovação e Sustentabilidade e está estabelecendo novas parcerias com organizações como o SEBRAE, FAPERN e Instituto Euvaldo Lodi.
A missão do NIVO é ser uma incubadora de excelência no apoio à inovação e consolidação de empresas modernas e competitivas inseridas no estado do Rio Grande do Norte proporcionando a conquista de novos mercados. O NIVO possui os seguintes objetivos:
- apoiar técnica e gerencialmente as empresas inovadoras;
- disponibilizar serviços técnicos especializados;
- disponibilizar informações técnico/ gerenciais;
- fortalecer a capacitação empreendedora;
- transferência de inovações e pesquisas das universidades;
- divulgar as empresas inovadoras em funcionamento no NIVO;
- desenvolver ações associativas e compartilhadas.

Alguns serviços ofertados pelo NIVO são:
- atendimento de secretária;
- escritório virtual com endereço de caixa postal para as empresas,
- salas de reunião e realização de atividades presenciais,
- atendimento telefônico e fax;
- capacitação, treinamento e formação gerencial e tecnológica dos empreendedores;
- promoção e divulgação da incubadora e dos empreendimentos incubados através da internet, de eventos e de feiras de negócio, permitindo a troca de informações e de experiências além de propiciarem o surgimento de novos negócios;
- Prospecção de oportunidades de financiamento público e privado favorável aos empreendimentos participantes do programa de incubação/ capital de risco;
- geração de novos relacionamentos empresariais;
- promoção das empresas;
- viabilização de acesso a informações.

01/07/2011

Plano de Governo "A Natal que Queremos"


O Instituto de Inovação e Sustentabilidade propôs em 1 de julho de 2011 o Plano de Governo "A Natal que Queremos" com 10 direcionamentos como proposta para os candidatos à eleição da Prefeitura de Natal em 2012:

- Investimento em acessibilidade - boas condições de acesso/pavimentação e Pró-Transporte. Desenvolvimento de estudos  e melhoria do trânsito.

- Cidade de Digital - investimento em tecnologia e aumento dos indicadores de inclusão digital - DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO DE EMPREENDEDOR DIGITAL: PARCERIA COM O SEBRAE/RN e Instituto de Inovação e Sustentabilidade - Preparação de informações úteis ao turista da Copa 2014.

- Saúde  e Educação - aumento dos controles e maior eficiência de programas e gastos públicos. Investimento em tecnologias inovadoras e desenvolvimento de Programa Municipal de Qualidade de Vida que integre Educação, Saúde, Segurança Alimentar e Trabalho.

- Economia: -criação de uma secretária de Desenvolvimento Econômico:  escritório de captação de investimentos.

- Meio ambiente - estruturação de programa de referência nacional na área de coleta seletiva e geração de receita a partir da reciclagem de resíduos. Prospecção e adoção de novas tecnologias de eficiência energética e cogeração.

Sociedade - políticas inovadores de combate a droga e promoção da cultura via festivais e programas que possam ser reproduzidos em bairros com indicadores de resultado e inserção social. Desenvolvimento de ações de capacitação e desenvolvimento de novas formas de geração de renda.

- Defesa civil -  preparação de equipe, estudos, tecnologias e técnicas para lidar com catastrofes naturais que possam assolar Natal. Exame de várias possibilidades e escalas de acidentes e respectivas políticas mitigadoras.

Serviço Público - investimento no desenvolvimento de novas competências para o servidor em prol da prestação de um serviço público de excelência.

Turismo - melhoria da informação ao turista, assim como o desenvolvimento de novos roteiros e locais de visita urbanos integrados à atividades culturais e de restaurantes e bares, além da potencialização do turismo de eventos.

Segurança pública -  desenvolvimento de uma central de inteligência com interface com os governos estadual e federal de modo a monitorar eletronicamente crimes e acidentes no municipio.

06/06/2011

Arraiá Sustentável e Lançamento do livro "A Música e o Sertão Absoluto" no Instituto Boa Sorte em Caiçara do Rio dos Ventos (RN) - 4 de junho de 2011

O Instituto de Inovação e Sustentabilidade vem valorizando ações culturais em seu modelo de estímulo à sustentabilidade social. Algumas iniciativas de referência foram a realização do Arraiá Sustentável, o lançamento do livro "A Música e o Sertão Absoluto"e o Colóquio sobre Economia Cultural do Sertão. São iniciativas desenvolvidas sem apoio público e que mostram o comprometimento do Instituto de Inovação e Sustentabilidade em fomentar a cultura.
Fotos do evento podem ser visualizadas em:
www.juliorezende.com
e
www.institutoboasorte.blogspot.com

15/05/2011

Arraiá Sustentável em Caiçara do Rio dos Ventos - 4 de junho de 2011



O Instituto de Inovação e Sustentabilidade em seu interesse de valorizar a cultura enquanto um instrumento para a evolução da consciência humana, promove pela primeira vez o Arraiá Sustentável. O evento abre as festividades juninas no Rio Grande do Norte e acontece na fazenda e centro de treinamento Instituto Boa Sorte na cidade de Caiçara do Rio dos Ventos a 100 km de Natal no dia 4 de junho de 2011.

O Arraiá Sustentável tem como propósito a valorização da cultura local

O evento cultural será caracterizado por um conjunto de ações:
- solenidade de inauguração do Instituto Boa Sorte, iniciativa criada para a realização de treinamentos, turismo de aventura e pesquisas.
- apresentação de trio de sanfoneiros de Caiçara do Rio dos Ventos;
- lançamento do livro “Música e Sertão Absoluto: a experiência no cancioneiro de Elomar Figueira Mello”;
- apresentação do violonista e produtor cultural Alan Rocha (Vitória da Conquista)
- exposição e venda de CDs e publicações de música regional
- realização do Colóquio de Economia cultural do Sertão

O valor de colaboração para a realização do evento é de R$ 50,00 e dá direito à alimentação e bebidas.

O evento visa a valorização da sustentabilidade econômica, a inovação, o reexame das ações culturais características do sertão nordestino.

O enfoque de sustentabilidade ocorrerá ao a organização do evento procurar reciclar todos os resíduos produzidos, utilizando as garrafas PET para a realização do projeto Casa com PET de construção sustentável.

O evento se contextualiza na Semana Nacional do Meio Ambiente e busca apresentar uma perspectiva mais ampla para o tema da sustentabilidade, observando necessariamente a cultura. A sustentabilidade envolve perceber a cultura enquanto manifestação sensível da sociedade, percebendo que a sua experiência pode proporcionar aos indivíduos qualidade de vida e cidadania.

Sejam todos bem vindos.

Maiores informações:
Prof. Julio Rezende – 84 9986-9173.
juliofdrezende@hotmail.com
www.twitter.com/juliofdrezende
www.juliorezende.com

Organização: Instituto de Inovação e Sustentabilidade.

I Colóquio de Economia Cultural do Sertão - 3 de junho (Mossoró), 4 de junho (Caiçara do RIo dos Ventos)


O Sertão - enquanto elemento simbólico e ambiental – vem inspirando poetas, cantadores e artistas, indivíduos esses que se inserem em um contexto compreendido como Economia Cultural.

O I Colóquio de Economia Cultural do Sertão acontecerá em duas cidades: Mossoró às 19 horas em 3 de junho de 2011 no auditório da FAFIC, UERN (Campus Central) e na cidade de Caiçara do Rio dos Ventos nem 5 de junho de 2011 no Instituto Boa Sorte no estado do Rio Grande do Norte.

Os eventos idealizados pelo professor Julio Rezende são motivado pelo lançamento do livro “Música e Sertão Absoluto: a experiência do cancioneiro de Elomar” (Selo Editorial Epifania, Edições UERN e Sarau das Letras).

Participarão do colóquio os seguintes pesquisadores:
Julio Rezende – UERN, Instituto de Inovação e Sustentabilidade
David de Medeiros Leite - UERN
Alan Rocha (Vitória da Conquista – BA)
Aécio Cândido - UERN
Geraldo Carneiro - UERN

O objetivo do presente evento é debater as associações entre a cultura e o interesse social, econômico e ambiental. Isso significa que a saúde humana - expressa no bom convívio do ser humano com seus estados de consciência - é vivenciada em diálogo com o meio ambiente.

A música do violonista de Vitória da Conquista, Elomar Figueira Mello é um exemplo de uma expressão cultural que bebe das experiências de observar o sertão. Seu labutar em campos de cabras; o observar da alvorada serve de elemento de inspiração à sua música. Assim como ele, são muitos os músicos, poetas, pintores, artesãos que têm na natureza a alegoria para cantar, escrever e pintar uma interpretação deste mundo natural.

Não resta dúvidas que um relacionamento harmônico com a natureza pode impulsionar a criatividade, a geração de emprego e renda, evitar as drogas, gerar a ocupação.

Maiores informações:
Prof. Julio Rezende – 84 9986-9173.
juliofdrezende@hotmail.com
www.twitter.com/juliofdrezende
www.juliorezende.com

Organização: Instituto de Inovação e Sustentabilidade e UERN.

20/04/2011

22 de abril: Dia da Terra

No dia 22 de abril comemora-se o dia da Terra. Várias partes do mundo estão organizando manifestações para marcar a data. No Rio Grande do Norte o Instituto de Inovação e Sustentabilidade tem estimulado que esta data seja lembrada.

Desde 1970, os norte-americanos comemoram o Dia da Terra. A data foi criada pelo senador Gaylord Nelson, que realizou, na ocasião, o primeiro protesto contra a poluição, nos EUA. A partir da década de 90, a proposta começou a se disseminar pelo mundo e, hoje, várias iniciativas isoladas aproveitam o dia 22 de abril para pensar sobre as principais demandas do planeta.

Com foco no aquecimento global, os eventos relacionados à data pretendem estimular as pessoas a ligar para seus governantes, no dia 22, e cobrar por medidas - urgentes e eficientes - que controlem as mudanças climáticas.

Desde 2009 o Instituto de Inovação e Sustentabilidade comemora a data no Rio Grande do Norte. Tendo em vista o feriado do dia 21, a iniciativa de comemorar a data em 2011 ocorrerá através do Twitter através do Hashtag #diadaterra. Acreditamos que assim a amplitude do impacto da mensagem de conscientização do dia e dos desafios da sustentabilidade sejam ampliados. Mais informações em www.twitter.com/juliofdrezende.

Contatos com o professor Julio Rezende:(84) 9981-8160.

05/04/2011

Experiência da FAPERN no financiamento de projetos de inovação será destaque em na Conferência Internacional de Gestão da Tecnologia em Miami (Estados

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN) será destaque na Conferência Internacional de Gestão da Tecnologia (IAMOT 2011) em Miami, Estados Unidos (13 de abril). Na oportunidade o professor da UERN, e doutorando em administração da UFRN, Julio Rezende, apresentará levantamento sobre o investimento da FAPERN em projetos inovação de empresas em atuação no RN.
Esta pesquisa realizada no segundo semestre de 2010 avaliou os projetos financiados pelo Programa Subvenção à Inovação Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas do RN (INOVA/RN) operacionalizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN).
Foram avaliadas 41 empresas. A pesquisa identificou que o fomento empresarial foi considerado como de elevada contribuição (67%) para tornar a empresa mais competitiva. Na avaliação dos empresários o maior impacto do financiamento refere-se à possibilidade de geração de novos produtos ou serviços. As empresas beneficiadas encontram-se nos setores de agroindústria (41%), software (23%), construção civil (10%), turismo (8%). os projetos são principalmente nas áreas de tecnologia da informação e comunicação, geoprocessamento e automação (40%), melhoria do processo produtivo e da qualidade (25%) e desenvolvimento de novos materiais (19%).
A pesquisa é importante em um momento no qual a FAPERN se prepara para lançar um novo edital de fomento às inovações no primeiro semestre de 2011.
O PAPPE é um programa destinado ao apoio a projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos, elaboração de planos de negócios e estudo de mercado, prioritariamente em empresas de base tecnológica, sob a responsabilidade de pesquisadores que atuem diretamente ou em cooperação com as mesmas.

Informações sobre a FAPERN: www.fapern.rn.gov.br
Informações sobre Julio Rezende: www.juliorezende.com
Informações sobre o Instituto de Inovação e Sustentabilidade: www.inovarsustentavel.org
Informações sobre o evento: www.iamot2011.org
Telefone: 84 9981-8160

23/03/2011

Professora da USP alerta: Dizer que os reatores nucleares duram, em média, 40, 60 anos é blefe - por Conceição Lemes

Professora da USP alerta: Dizer que os reatores nucleares duram, em média, 40, 60 anos é blefe
por Conceição Lemes

Há no mundo 441 reatores nucleares em funcionamento.

Estados Unidos são os que têm mais – 104. Seguem-se França (58), Japão (55), Federação Russa (32) Coréia (21), Índia e Inglaterra (19 cada), Canadá (18), Alemanha (17), Ucrânia (15), China (13), Suécia (10), Espanha (8), Bélgica (7), República Checa (7), Finlândia, Hungria e República Eslovaca (4 cada).

Vários países têm dois reatores: Argentina, Brasil, Bulgária, Paquistão, México, Romênia e África do Sul. Eslovênia, Armênia e Holanda possuem um.

Há 61 reatores em construção. Boa parte na China (24) e Federação Russa (11). Coreia tem cinco e Índia, quatro. Bulgária, Japão, República Eslovaca, Ucrânia, dois. Argentina, Brasil, França, Paquistão, Estados Unidos, Finlândia e Irã. Isso sem contar os muitos projetados – só no Brasil, 50 para os próximos 50 anos.

Esse novo impulso da energia nuclear está alicerçado em alguns fatores, especialmente estes:

1) Até as explosões dessa semana no complexo de Fukushima, Japão, acidente grave em usina nuclear já era história, memória, vaga lembrança. Dos 191 milhões de brasileiros, cerca de 80 milhões sequer eram nascidos quando houve o de Chernobyl, em 1986, Ucrânia (então parte da extinta União Soviética), considerado ainda o maior da história.

2) O modelo teórico de que o tempo de vida útil de um reator atômico é de 40 anos, prazo que foi estendido por mais 20. Ou seja, um reator duraria 60 anos.

3) A informação de alguns especialistas de que o reator seria a fonte produtora de energia que emitiria menos C02 (gás carbônico) na atmosfera, produzindo menos efeito estufa. Consequentemente, seria útil para reduzir o aquecimento global.

“Acontece que informações mais recentes revelam realidade diferente, geralmente omitida pelos defensores da energia nuclear”, alerta a professora Emico Okuno, doDepartamento de Física Nuclear do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP). “Para começar, não procede que o tempo médio de vida de um reator é 40 anos, 60 então nem fala. Isso é blefe.”

NOS EUA, OS REATORES DURAM, EM MÉDIA, 18,9 ANOS

Com base em modelos matemáticos, se estabeleceu que um reator tem vida útil média de cerca de 40 anos, agora de 60. É em cima desse prazo que se fixa o custo da energia nuclear.

Só que a prática está mostrando que eles duram muito menos. Dados até 2008 revelam que o tempo médio de vida dos reatores nos Estados Unidos é de 13,9 anos. Tempo máximo, 34 anos. E o mínimo, 1 ano. Lá, três funcionaram apenas um ano; e nove, em média, 7,6 anos.

“Eles foram fechados ou porque não eram economicamente viáveis ou porque tiveram algum tipo de problema”, diz a professora Emico. “Só os grandes acidentes tornam-se públicos, os menores, e eles ocorrem com frequência, não chegam à mídia.”

Na Alemanha, o tempo médio de vida dos reatores é de 13,8 anos. Tempo mínimo, 1 ano. Tempo máximo, 47 anos.

Na França, o tempo médio é de 19,6 anos. O mínimo, 9 anos. O máximo, 24.

Os do Reino Unido são os de vida mais longa: 34,7 anos, em média; mínimo, 18 anos; máximo, 47 anos.

“Portanto, a história de 40 e 60 anos, em média, é balela”, reforça a professora Emico, que, diga-se de passagem, não teve acesso a informações privilegiadas. “Elas estão no site da Agência Internacional de Energia Atômica, para quem quiser acessar. O que eu fiz foi analisar esses dados. As pessoas favoráveis à energia nuclear não mentem, mas elas também não contam, pois isso não lhes interessa dizer.”

Por falar nisso, quando termina a vida útil de um reator, ele tem de ser “destruído”. Esse processo chama-se descomissionamento. É a construção do reator ao contrário. Demora 60 anos para ele ser descomissionado totalmente e transformado num parque público. Isso sem contar o lixo radioativo de alta atividade que é o combustível exaurido produzido ao longo da existência dele.

O dinheiro gasto para o reator ser “destruído” é quase igual ao empregado para construí-lo. E quem paga essa conta? O governo ou a concessionária? Isso provavelmente não está escrito em lugar algum. É uma briga das boas.

CADEIA PRODUTIVA DE ENERGIA NUCLEAR PRODUZ MAIS CO2 DO QUE A HÍDRICA

“A informação de que a energia nuclear provocaria menor emissão de CO2 parece também que não é verdadeira”, observa a professora Emico. “Novos estudos indicam que a energia nuclear é mais poluente do que a hídrica.”

De uns três anos para cá, cientistas fizeram cálculos matemáticos dos níveis de emissão de CO2 das diferentes fontes de produção de energia. A partir daí elaboraram uma escala, indo do mais ao menos poluente. Em primeiro lugar, está o carvão, em segundo, o óleo combustível, em terceiro, gás, em quarto, a energia hídrica. Em seguida, energia solar, eólica, biomassa e – a menos produtora de CO2 – energia nuclear. Detalhe: esses autores consideraram a emissão de CO2 apenas no reator.

Mais recentemente outros cientistas decidiram levar em conta não apenas a emissão de CO2 no reator, mas em toda a cadeia produtiva para se obter a energia nuclear. Ou seja, desde a exploração do urânio na mina – é preciso dinamitá-la – até o seu enriquecimento para ser usado no reator como combustível.

Para se ter uma noção dessa cadeia, o urânio explorado no Brasil (quarta reserva do mundo) é extraído em Caetité (BA). Aí, é transformado em yellow cake, um pó amarelo. Via porto de Salvador, vai para o Canadá, onde é transformado em gás. Do Canadá vai para a França, para ser enriquecido. De lá, volta ao Brasil, para ser transformado em pastilhas, que serão usadas nos reatores de Angra 1 e Angra 2, no Rio de Janeiro. Há informações de que o Brasil já detém a tecnologia para fazer tudo isso aqui. De qualquer forma, o urânio teria de passar por etapas.

Pois bem, há estudos revelando que toda essa cadeia produtiva acaba produzindo mais CO2 do que a energia hídrica. Assim, a energia nuclear ocuparia o quarto lugar em termos de poluição e a energia hídrica, a quinta.

“Na verdade, todas as formas de energia têm algum tipo de problema”, pondera a professora. “A energia hídrica é limpa, mas leva à inundação de grandes áreas. Já a energia solar ainda é muito cara.”

E qual a posição da professora Emico Okuno em relação aos reatores nucleares?

“França e Japão, por exemplo, não têm muita alternativa. Já o Brasil, por enquanto, não precisa de reator para geração de energia”, expõe. “O Brasil tem condições de produzir muita energia a partir da energia hídrica, eólica, solar. No Nordeste do Brasil, há sol para dar e vender.”

“O Brasil, porém, precisa de reator nuclear para produção de materiais radioativos, para uso na Medicina”, defende a professora. “É para não ficarmos reféns de outros países, como aconteceu no ano passado. O reator do Canadá que fornecia radioisótopos teve de fechar. Praticamente o mundo inteiro ficou na mão. O Brasil conseguiu um pouco com a Argentina. Mas o conveniente é que tenhamos a nossa própria produção de material radioativo para fins médicos.”

Quando há um grave acidente nuclear, a discussão sobre os reatores reacende. Foi assim pós Three Mile Island, Pensilvânia, EUA, em 1979. Depois, pós Chernobyl. Com Fukushima não será diferente. A diferença é que agora há informações mais precisas para o debate. Por exemplo, considerando que duram muito menos do que se supunha, será muitos mais serão construídos? Será que do ponto de vista econômico se justificam, já que têm menor tempo de vida? E do ponto de vista ambiental, considerando que possivelmente sejam mais poluentes do que as energias hídrica, eólica, solar e a biomassa?

O fato é que por mais seguros que os reatores sejam, eles têm um risco. Fuskushima está aí para nos fazer refletir. Infelizmente.

Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/emico-okuno-dizer-que-os-reatores-nucleares-duram-em-media-40-60-anos-e-blefe.html

28/01/2011

A atuação do Instituto de Inovação e Sustentabilidade na área de turismo em 2011

O Instituto de Inovação e Sustentabilidade planeja executar na área de turismo no ano de 2011 dois projetos no Rio Grande do Norte:
- Roteiro Sertão Central - roteiro turístico envolvendo ações de turismo rural, aventura e ecoturismo. A iniciativa envolve o apoio logístico do Instituto Boa Sorte em Caiçara do Rio dos Ventos envolvendo a hospedagem e atividades caracterizadas por visita a Cachoeira do Cangaço, Mirante do Céu, escala e rapel no Pico do Tibete e caminhada a Serra da Gameleira e visita a comunidade de agricultores familiares. Na Região do Sertão Central será visitado também a Serra do Feiticeiro, caminhada ao cruzeiro da Divina Santa Cruz, visita a minas e o Pico do Cabugi. Outros pontos turísticos estão sendo incorporados.
- Observatório do Turismo Rural -projeto que disponibiliza o Instituto Boa Sorte para a realização de estágio na área de turismo rural e de aventura e ecoturismo para as instituições de ensino UFRN, UnP e UERN.
Maiores informações através do telefone: 84 9981-8160.
Mais informações sobre o Instituto Boa Sorte em www.institutoboasorte.blogspot.com

14/01/2011

Brasil precisa de um modelo mais sustentável de negócio

País tem bons relatórios de sustentabilidade, mas como passar de relatórios e comunicação para desempenho real? John Elkington fala sobre o tema. Confira!

De acordo o relatório “A Economia Transparente”, parte da agenda de sustentabilidade, a inovação social vem tomando o espaço da responsabilidade corporativa. Segundo John Elkington, cofundador da Organização Não Social (ONG) SustainAbility, “o desafio da sustentabilidade não é ser somente bom, mas transformar a economia global num modelo mais sustentável de negócio”.

O ambientalista cita o exemplo do primeiro presidente do E-bay, Jeff Skoll, que criou a Fundação Skoll, para pesquisar inovação social. A Fundação Skoll foi criada em 1999, com o objetivo de promover uma visão de um mundo mais pacífico e próspero.

Hoje, a Fundação Skoll conseguiu diversos avanços no intuito de beneficiar comunidades, investindo em indivíduos dedicados a criar soluções para transformar desigualdades sociais, econômicas e ambientais.
O especialista acredita que o Brasil está surgindo neste cenário como um credor ecológico devido a sua biodiversidade. Para ele, a Allianz, que associa treinamento a qualidade, inovação e empreendedorismo social é um bom exemplo disto. Além da Natura, que aparece sempre em uma boa colocação em relatórios de sustentabilidade no mundo todo.

De acordo com o executivo, o Global Reporting Initiative (GRI), organização não-governamental internacional que dissemina diretrizes sobre elaboração de relatórios de sustentabilidade, sinaliza que o Brasil está na frente da Índia e China, em termos de relatórios de sustentabilidade. “A questão é: como passar de relatórios e comunicação para desempenho real?”, desafia.

Elkington avalia que apesar de o Brasil evoluir rapidamente na adoção de relatórios de acordo com o modelo do triple bottom line, ainda é preciso usar estas informações de forma eficiente e agrupada, tirando o foco das grandes empresas e concedendo maior espaço para novas ideias e organizações. “É estimulante observar diferentes setores começando a apresentar seus relatórios. O próximo desafio para o Brasil é coletar estas informações e utilizá-las”, pontua.

Ainda assim, o executivo reforça que a sustentabilidade e a visão do triple bottom line “não é mais uma questão de gestão de risco, reputação, marca, mas uma questão de perenidade para garantir presença em mercados futuros. E existem poucos casos em que este tipo de liderança acontece”.

Elkington defende ainda que para criar uma cultura que favoreça o desenvolvimento sustentável é preciso um engajamento de todas as gerações, do governo e das organizações. “As organizações isoladamente não conseguem alterar a realidade. O governo deve propiciar um ambiente sustentável também”, conclui.

FONTE: http://www.hsm.com.br/editorias/negocios/brasil-precisa-de-um-modelo-mais-sustentavel-de-negocio

18/12/2010

Avaliação de empresas inovadoras

Conclui o relatório que apresenta resultados da avaliação de projetos de empresas financiados e apoiados pelo Programa Subvenção à Inovação Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas do RN operacionalizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN).

A atividade de avaliação das empresas foi realizada pelo Instituto de Inovação e Sustentabilidade. O professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Julio Francisco Dantas de Rezende foi o pesquisador responsável pela avaliação das empresas, pesquisadores e projetos operacionalizados.
Foram avaliadas 41(quarenta e uma) empresas e seus respectivos 43 (quarenta e três) projetos aprovados junto aos editais PAPPE Subvenção – INOVA-RN – 004/2008, PAPPE Subvenção INOVA-RN 007/2008 e PAPPE Subvenção – INOVA-RN – 017/2009.
Entre os aspectos avaliados destacam-se:
1 - resolução do problema caracterizado inicialmente;
2 – principais mudanças geradas na empresa;
3 - o atendimento aos objetivos propostos;
4 - o atendimento aos resultados esperados;
5 - apoio à sustentabilidade econômica do negócio:
6 - geração de novos negócios;
7 - geração de novos empregos;
8 - adequação projeto x tempo;
9 - dificuldades na operacionalização do projeto;
10 - avaliação do relatório de prestação de contas;
11 – Visão de futuro da organização.

O relatório apresenta contribuições do financiamento à geração de um comportamento inovador por parte das empresas em funcionamento no Rio Grande do Norte. Espera-se que a caracterização apresentada no documento sirva de subsídio à formulação de uma política de inovação consistente para o Estado do Rio Grande do Norte.

03/12/2010

Projeto Casa com PET e Construção do Centro Cultural Sustentabilidade do Sertão

O Instituto de Inovação e Sustentabilidade estará realizando neste sábado (4) o início do experimento de uma construção utilizando garrafas PET. O local abrigará o Centro Cultural de Sustentabilidade do Sertão que funcionará no Instituto Boa Sorte, Caiçara do Rio dos Ventos (RN).

O projeto de construção se chama "Casa com PET".
O projeto Casa com PET estimula o processo de coleta de garrafas PET a serem utilizadas na construção de moradias.
Pioneiramente o projeto contemplará a construção do Centro Cultural de Sustentabilidade do Sertão, espaço para exposições e atividades culturais.

Benefícios da reciclagem:
- Diminuir a poluição;
- Reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa;
- Economia espaço de armazenagem daquilo que antes era considerado lixo;
- Desenvolvimento de uma nova economia de negócios, empregos e ações sociais e ambientais.

O Instituto Boa Sorte é um centro de treinamento no interior do estado do RN. A iniciativa pioneira promove treinamentos na área de psicologia, cursos empresariais e roteiros de turismo rural e de aventura.

Informações: 9981-8160 e 9986-9173 (Julio)
E- mail: info@inovarsustentavel.org
Páginas: www.inovarsustentavel.org
www.institutoboasorte.blogspot.com
Apoio: comunidade e Prefeitura de Caiçara do Rio dos Ventos.

19/10/2010

Em 19 de outubro é comemorado o Dia da Inovação. A data foi publicada no Diário Oficial da União a Lei 12.193/2010, que cria o Dia da Inovação em 19 de outubro. O Projeto de Lei, sugestão da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC), tramitava desde 2002.

Evento comemorativo dos 45 anos da profissão de administrador

O CRA/RN está organizando EVENTO COMEMORATIVO dos 45 anos da profissão de administrador em dia 22 de outubro, onde ocorrerá a solenidade de entrega do Prêmio de Honra ao Mérito em Administração a Dr. Paulo Cesar de Medeiros. O evento ocorre
As vagas são limitadas. As inscrições serão prorrogadas até o dia 20 de outubro.
Mais informações em www.crarn.com.br.

08/10/2010

24/09/2010

Lançamento do dominio www.juliorezende.com

O domínio www.juliorezende.com já está em funcionamento. Em www.juliorezende.com é possível encontrar novas postagens e o acesso ao Twitter do profissional.

05/09/2010

Curso Desenvolvimento de Equipe no Instituto Boa Sorte

Aconteceu em 5 de setembro de 2010 no Instituto Boa Sorte (www.institutoboasorte.blogspot.com)o treinamento Desenvolvimento de Equipe e Qualidade de Vida. O Curso foi uma parceria wntre o Instituto e a lavanderia Splash.

04/08/2010

Um mês da política nacional de resíduos sólidos

Dia 7 de agosto de 2010 faz um mês da aprovação da política nacional de resíduos sólidos. É necessária uma discussão mais ampliada na sociedade sobre os impactos da lei. Nesse sentido, o consultor Julio Rezende está se disponibilizando a realizar a palestras em instituições públicas e privadas com o propósito de disseminar possíveis estratégias que colaborem para as organizações atenderem os requisitos da lei.